Pela regulamentação das moedas virtuais

    Pela regulamentação das moedas virtuais

    Diversas empresas de serviços financeiros no Brasil aproveitam da desinformação das pessoas sobre o setor de moedas virtuais para ludibriar e lucrar em cima da população. O número de pessoas lesadas por essas empresas no país já ultrapassa quatro milhões. Instituições que prometem gerar patrimônios por meio criptomoedas, com rendas altas, sem existir taxas e que divulgam informações falsas sobre projetos e serviços têm acabado com vidas, sonhos e economias de milhões de famílias brasileiras.

    O número de pessoas lesadas por essas empresas no país já ultrapassa quatro milhões. Instituições que prometem gerar patrimônios por meio de gestão de criptomoedas, com rendas altas, sem taxas e que divulgam fake news sobre projetos e serviços têm acabado com vidas, sonhos e economias de famílias brasileiras.

    Requerimento para abertura de uma CPI

    Por esse motivo, o deputado federal Aureo Ribeiro (Solidariedade/RJ) apresentou, na Câmara dos Deputados, um Requerimento de Instituição de uma CPI para investigar indícios de operações fraudulentas realizadas por empresas de serviços financeiros e supostas pirâmides financeiras elaboradas por corretoras com o uso de moedas virtuais. Foram 192 assinaturas de parlamentares confirmadas e a instalação da CPI está próxima.

    Além disso, para intensificar o combate ao crime, Aureo abriu espaço em seus canais de comunicação para receber denúncias sobre casos de golpes, fraudes e ações enganosas de empresas criminosas. Segundo o deputado, a ideia é criar uma regulação responsável das moedas virtuais, que garanta segurança e crie um mercado de inovação tecnológica no setor.

    “É por isso que estou na luta pela abertura de uma CPI para apurar fraudes com uso de moedas virtuais. Afinal, estamos falando de mais de quatro milhões de brasileiros que já foram prejudicados. O Brasil precisa de desenvolvimento, de renda, oportunidade e emprego, que impacte positivamente a vida de todos aqui. Essa tecnologia veio para ficar. Esse é o Brasil que queremos”, relatou Aureo Ribeiro.